segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Perigos na Internet

O autor neste 4 capítulo, aborda um tema muito importante que, deveria ser do interesse de toda a gente: “Perigos na Internet”.
Sendo eu, consumidora deste produto, concordo tal como Papert que a internet possui imensas vantagens e é um recurso indispensável nos dias de hoje. Porém, os riscos não deixam de ser de grande quantidade, o que está a deixar a sociedade muito preocupada.
Tal como o autor referiu, com a internet “pessoas que pode considerar companhias indesejáveis podem agora bater à porta digital dos seus filhos, introduzindo-se na sua casa, via computador. Além disso, se as crianças podem aceder à colecção de fotografias espaciais da NASA, podem também, em princípio, aceder a uma colecção pornográfica”.
Esta realidade que o autor mencionou, deixa-me muito preocupada, porque se já é um risco para os jovens, para as crianças é muito mais fácil caírem nesses riscos, uma vez que, são muito inocentes e estão à mercê dos perigos da vida.
Vou dar um pequeno exemplo do que me aconteceu enquanto teclava no Messenger:
- Um dia recebi um convite de uma pessoa que não conhecia, mas pensei que fosse alguém que me conhecia por isso, não vi mal nenhum em aceitar. Quando estava online a pessoa começou a falar comigo e vi que não a conheci-a, conversei um pouco com ela e, foi nesse momento que a pessoa liga a sua câmara e fez-me o convite para aceitar vê-la através da câmara. Achei estranho, uma vez que, não nos conhecíamos mas acabei por aceitar, eis que vejo um homem que aparenta ter quarenta e tal anos para cima a dançar e a fazer striptease, ficando apenas com o boxer vestido e a fazer coisas indecentes. Mal o indivíduo começou a despir-se a minha vontade era dizer-lhe nomes e bloqueá-lo, mas não o fiz porque chamei uma tia minha, mais velha do que eu e, ela disse-me para gravar essa filmagem e para enviar a essa pessoa, ameaçando-a de que iria publicar num espaço online essa filmagem, não por ser uma coisa agradável de se ver, mas sim para alertar às pessoas do perigo que isto pode ser para os menores e para tentar mostrar a essa pessoa da barbaridade que fez, porque invés de eu poderia ser uma criança.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

3º Capítulo

“Interrogo-me por vezes sobre a comparação entre a minha experiência de aprendizagem e a dos miúdos de hoje, a quem os pais compram computadores prontos a utilizar, cerca de cem milhões de vezes mais potentes do que o que eu fiz!”(Seymour Papert)
Ao ler este capítulo pude constatar várias realidades, mas achei importante referir o excerto transcrito em cima, mencionado pelo autor, porque para além de estar, completamente, de acordo com a comparação feita por ele, vejo que as crianças hoje não só têm mais facilidade no ensino, porque dispõem de muitas oportunidades de acesso à aprendizagem como, também, têm quase tudo de “mão beijada” e, por vezes, não dão o devido valor às coisas que têm. Isso, para as crianças que têm pais com meios económicos elevados ou razoáveis, porque, apesar da luta pela igualdade, sabemos que a realidade é outra e, que muitas crianças não tiveram e não têm a sorte de ter, pelo menos um computador em casa, quem diz um computador diz inúmeras coisas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

e-learning


O termo e-Learning teve o seu inicio com a combinação ocorrida entre o ensino com auxílio da tecnologia e a educação a distância. Ambas modalidades convergiram para a educação on-line e para o treinamento baseado em tecnologia Web, que ao cabo e ao resto, resultou no e-Learning.
Sua chegada adicionou novos significados para o ensinamento e fez explodir as possibilidades para difusão do conhecimento e da informação para os estudantes e, em um ritmo acelerado, abriu um novo mundo para a distribuição e o compartilhamento de conhecimento, tornando-se também uma forma de democratizar o saber para as camadas da população com acesso às novas tecnologias, proporcionando a estas, que o conhecimento esteja disponível a qualquer tempo e hora e em qualquer lugar.
Para colmatar algumas dificuldades, foram desenvolvidos os LMS’s (Learning Management System), sistemas de gestão de ensino e aprendizagem na web. Softwares projectados para actuarem como salas de aula virtuais, gerando várias possibilidades de interacções entre os seus participantes. Com o desenvolvimento da tecnologia na web, os processos de interacção em tempo real passaram a ser uma realidade, permitindo com que o aluno tenha contacto com o conhecimento, com o professor e com outros alunos, por meio de uma sala de aula virtual.
A
interactividade disponibilizada pelas redes de Internet, intranet, e pelos ambientes de gestão, onde se situa o e-learning, segundo a corrente sócio-interaccionista, passa a ser encarada como um meio de comunicação entre aprendizes, orientadores e estes com o meio. Partindo dessa premissa, é capaz de proporcionar interacção nos seguintes níveis:
Aprendiz/Orientador;
Aprendiz/Conteúdo;
Aprendiz/Aprendiz;
Aprendiz/Ambiente.

Existem dois meios distintos de ensinar através do e-learning: Síncrono e Assíncrono. Síncrono é quando professor e aluno estão em aula ao mesmo tempo; exemplos de recursos síncronos: telefone, chat, vídeo-conferência, web conferência. Através da Web conferência o professor ministrará a aula e os alunos, via WEB, irão ouvir sua palestra e ver suas transparências. Podendo realizar perguntas e discussões. Este modelo é o que mais se assemelha ao ensino presencial, principalmente, na estrutura de custos, desenvolvimento e actualização de conteúdo. Com a grande ampliação dos recursos de comunicação por voz (
VOIP) na WEB, exemplo o sistema Skype, e os mensageiros como um todo. Este meios tem ganho muita importância.
Já no e-learning Assíncrono, professor e alunos não estão em aula ao mesmo tempo; exemplos de recursos assíncronos: e-mail e fórum. No e-learning corporativo, muitos projectos não têm professor, são o auto-treinamento na sua essência. O aluno inscreve-se quando quiser, participa quando quiser e termina quando quiser. O que representa um curso com pouco custo variável, ou seja, custo baixo para grande número de alunos. No e-learing assíncrono com professor, este irá responder dúvidas, participar de discussões em momentos diferentes do tempo. Exemplo: o aluno publica uma pergunta às 9h00 e o professor responde as 17h00.
A grande diferença no assíncrono é que o tempo é “elástico” – o oposto de rígido, no síncrono – e cada aluno pode fazer o curso em seu tempo, hora, velocidade. Pode pensar, estudar e pesquisar antes de escrever sua actividade. Cada aluno poderá ter seu tempo de aprendizagem.
Antes do advento da informática, o EaD era possível somente de duas formas: "um para muitos" (tv, rádio) e "um para um" (ensino por correspondência). Após a chegada da internet mais uma possibilidade foi acrescentada, "muitos para um". Por esse motivo fica difícil falarmos em ensino à distância, sem a internet.

domingo, 28 de outubro de 2007

Literacia computacional e fluência tecnológica

No segundo capítulo o autor refere uma situação muito importante sobre a literacia computacional e a fluência tecnológica.

Tanto o autor como os sábios da informática estão certos, ao referirem que é importante, que as crianças saibam o essencial da informática, porque senão correm o risco de não conseguirem arranjar emprego. Realmente, este aspecto é muito importante, por isso, os pais e os educadores devem ter um cuidado especial com esse tipo de aprendizagem. Porque, hoje em dia, independentemente, dos cursos que as crianças querem tirar, o saber usar um computador para várias situações, será muito vantajoso para ela, uma vez que, em todas as áreas é imprescindível o uso do computador.

Segundo Paper, os miúdos que terminam cursos informáticos são analfabetos em relação ao que realmente interessa, porque só usam o computador para os objectivos próprios.

O autor assenta um outro aspecto que está relacionado com esta literacia computacional. Que é o facto de muitos miúdos saberem muitos factos sobre o computador e formas de o utilizar, mas que, quando deparam-se com alguns problemas fora do comum, não conseguem resolvê-los, porque faltam-lhes a fluência tecnológica.

Para sermos fluentes é necessário utilizar o computador com alguma frequência e fazer certos esforços para podermos conseguir expressarmos em situações diversas que podemos encontrar ao utilizar um computador.

Na minha opinião, esse aspecto mencionado pelo Paper é muito importante, mas também, temos que terem conta que nem todas as crianças têm pais ricos ou possibilidades de terem um computador em casa, tendo a oportunidade de poder usar esta máquina, apenas, na escola. É evidente, que estas crianças terão muito mais probabilidades de não serem fluentes na área da tecnologia, do que, as outras que têm oportunidade de usá-lo em casa ena escola.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

comentário sobre a aula do dia 19 de Outubro de 2007

Na aula passada, para além do ambiente normal da aula, que é dar a continuidade ao nosso trabalho de grupo, eu e o meu grupo mostrámos os dados recolhidos e, já, esquematizados sobre o nosso tema à docente. A docencete aprovou o nosso trabalho e deu algumas sugestões para o finalizar e melhorar.

Para nos ajudar, também, na concretização desse trabalho, a professora apresentou à toda turma a estrutura do relatório que temos que fazer. Com isto, ficámos a saber que esse relatório tem que ter 4 pontos essenciais: a introdução, o contexto e informação prévia sobre a tecnologia, uma ficha de análise e avaliação da tecnologia e, por último, a conclusão.

Nessa aula, a docente deu-nos a conhecer um site novo - www.aprendercom.org/Pensar. É um site projecto pensar, sobre a classificação de tecnologias digitais com base no seu potencial pedagógico.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Inteligência Humana

O homem graças à sua inteligência, foi capaz de desenvolver processos que multiplicam a sua capacidade física. Fruto das experiências físicas e da observação da natureza, surgem as novas tecnologias que, trouxeram inovações quase em todas as àreas, apesar de ser muito prático, de permitir melhores acessibilidades e de garantir uma melhor qualidade de vida, as novas tecnologias podem tornar-se numa ameaça para a nossa sociedade.
Seymour Papert diz que, "existe um apaixonado caso de amor entre crianças e computadores". Na minha opinião, é normal que haja esse tipo de relação, porque, afinal de contas, elas nasceram no meio de uma grande transformação e evolução das tecnologias. Este avanço tecnológico, permite-lhes, meios rápidos de encontrar informações, de comunicarem-se com pessoas de vários locais e países, entre outros aspectos. Mas, tem que se ter em conta um factor muito importante, que é o facto dessa nova geração tornarem-se cada vez mais independentes dos pais, uma vez que preferem utilizar um computador para procura de informação ou outras coisas que lhes parecem ser interessantes. Também de tornarem-se mais isolados, ou seja, darem mais atenção à uma máquina do que aos seus familiares ou amigos. Este factor, também é expressado por Papert, no 1º capítulo, pág.26, do livro "Família em Rede"; em que ele diz: "Estou seriamente preocupado com as consequências psicológicas e espirituais que resultam de as crianças se estarem a tornar mais independentes dos pais na exploração do mundo".

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Competências a desenvolver (tecnologias 2)

Nesse novo ano lectivo, as professores Guilhermina (dá parte teórica) e Joana (dá parte prática), definiram um série de trabalhos (em grupo e individual) que têm que ser concretizados até ao final do semestre.
Numa primeira aula prática, tivemos que formar um grupo de trabalho e escolher o tema que gostaríamos de trabalhar. O meu grupo, escolheu "hi5/my space" e, temos que fazer uma pesquisa sobre esse tema, sabe a sua importância,etc. uma série de coisas para depois apresentá-lo aos colegas. Todos os alunos, tiveram que criar um espaço num site dado pela professora - "del.icio.us", onde podem ser colocados os trabalhos que vamos elaborando ou informações considerados importantes, para que os nossos colegas possam ver e ter conhecimento.
Confesso, que quando a professora falou-nos desse site e que tinhamos que colcar trabalhos e outras informações , não gostei lá muito, porque pensava que seria muito trabalhoso, complicado e que, seria muita coisa para fazer, uma vez que tinhas que escrever no blog sobre as aprenzidagens adquiridas nas aulas, as dificuldades, entre outras coisas , a reflexão sobre a leitura da "família em rede" e o trabalho de grupo. Mas pensando melhor, até pode ajudar-nos, porque se tivermos dúvidas fora do dia das aulas, sempre podemos tentar tirá-las vendo o trabalho dos outros.